Um saco de adubo que tende a Deus
Que tende ao jardim
Vivo na confluência de forças
Forças que me são estranhas
Lá onde desespero e esperança
Dão-se as mãos
E chegam ao ciclo fechado
No ponto cego aos olhos do conhecimento
Onde a ingenuidade dos homens os abandona
Lá onde não há teto nem chão
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